Fotografia: Ines Silva Sa e Matilde Viegas
06 / 05 / 2026
No meio do ritmo criativo da Rua de Cedofeita, nasceu a Casa Cedo – um boutique hotel que redefine a ideia de hospitalidade ao transformá-la numa experiência íntima, sensorial e profundamente pessoal.
O Porto é, por si só, uma cidade com uma envolvente mística, pela qual Massimiliano Sale’ e Jeremiah Healy se apaixonaram já há alguns anos – lugar que visitavam com frequência. Juntos, e longe do seu background profissional, criaram o sonho de abrir portas a um espaço de conforto onde, além de amigos e família, pudessem acolher viajantes e a comunidade local. Um lugar de histórias, criativo, inclusivo, e com sentido de casa: “Não gostamos de dizer que é uma casa longe de casa, porque na verdade queremos que seja a melhor versão da nossa casa”.
Assim, no meio do ritmo criativo da Rua de Cedofeita, nasceu a Casa Cedo – um boutique hotel que redefine a ideia de hospitalidade ao transformá-la numa experiência íntima, sensorial e profundamente pessoal. Instalado num edifício do século XIX cuidadosamente reabilitado, o projecto, com arquitectura assinada pelo atelier in.vitro e interiores pelo Quiet Studios, preserva a alma e memória arquitectónica enquanto introduz uma linguagem contemporânea subtil, onde cada detalhe foi pensado para acolher e inspirar.
Logo à entrada, o inesperado: uma recepção camuflada de uma delicada loja botânica – paixão de um dos proprietários e mote para o nome dos quartos –, onde flores frescas convivem com as fragrâncias da Byredo, antecipando o tom sensorial da estadia. No interior, a atmosfera é a de uma casa vivida, calorosa e serena, onde o tempo abranda entre leituras demoradas, conversas espontâneas ao sabor de um cocktail de assinatura e momentos de relaxamento num refúgio que convida à calma.
Assim, no meio do ritmo criativo da Rua de Cedofeita, nasceu a Casa Cedo – um boutique hotel que redefine a ideia de hospitalidade ao transformá-la numa experiência íntima, sensorial e profundamente pessoal. Instalado num edifício do século XIX cuidadosamente reabilitado, o projecto, com arquitectura assinada pelo atelier in.vitro e interiores pelo Quiet Studios, preserva a alma e memória arquitectónica enquanto introduz uma linguagem contemporânea subtil, onde cada detalhe foi pensado para acolher e inspirar.
Logo à entrada, o inesperado: uma recepção camuflada de uma delicada loja botânica – paixão de um dos proprietários e mote para o nome dos quartos –, onde flores frescas convivem com as fragrâncias da Byredo, antecipando o tom sensorial da estadia. No interior, a atmosfera é a de uma casa vivida, calorosa e serena, onde o tempo abranda entre leituras demoradas, conversas espontâneas ao sabor de um cocktail de assinatura e momentos de relaxamento num refúgio que convida à calma.
Fotografia: © Inês Silva Sá
Com apenas oito quartos, a Casa Cedo cultiva a exclusividade e o detalhe. A reabilitação respeitou a essência do edifício original, integrando novos espaços com discrição numa narrativa estética inspirada na natureza, na botânica e no artesanato local.


