journal
Fotografia: Raphaël Thibodeau
29 / 12 / 2025
Desenhado pelo estúdio EM Architecture, o Chalet du ruisseau é uma casa de campo situada em Potton, na região de Eastern Townships, no Quebeque.
Concluído em 2023, o projecto revisita a arquitectura vernacular rural a partir de uma leitura contemporânea, onde volumes com coberturas de duas águas, materiais naturais e uma implantação sensível ao território constroem uma relação subtil entre arquitectura, paisagem e modo de habitar.
Implantada num terreno arborizado e em declive, junto à margem de um ribeiro, a casa nasce directamente das condicionantes naturais do lugar. A topografia orienta a organização espacial e define a composição em dois volumes que acompanham suavemente o terreno, abrindo-se em direcção à água. A preservação das árvores maduras foi determinante para a implantação, reforçando a integração da construção na paisagem envolvente. Grandes vãos enquadram vistas contínuas sobre o exterior, enquanto os terraços em lajedo prolongam os espaços interiores e convidam a uma vivência quotidiana em contacto directo com a natureza.
A linguagem arquitectónica estabelece um diálogo equilibrado entre tradição e modernidade. O revestimento em madeira crua e a cobertura metálica evocam a memória dos celeiros rurais, reinterpretados através de linhas depuradas e de um rigor construtivo contemporâneo. Um volume de ligação mais leve une os dois corpos principais, criando zonas de entrada protegidas e áreas de apoio que conferem unidade ao conjunto.
No interior, um núcleo central revestido a madeira organiza as áreas técnicas e de circulação, libertando as fachadas para a luz natural e para a relação com a paisagem. A atmosfera é marcada por uma selecção cuidada de peças de mobiliário de inspiração mid-century, texturas quentes e uma sensação de conforto sereno. O resultado é um refúgio intemporal, onde arquitectura e natureza coexistem num equilíbrio silencioso e profundamente enraizado no lugar.
Implantada num terreno arborizado e em declive, junto à margem de um ribeiro, a casa nasce directamente das condicionantes naturais do lugar. A topografia orienta a organização espacial e define a composição em dois volumes que acompanham suavemente o terreno, abrindo-se em direcção à água. A preservação das árvores maduras foi determinante para a implantação, reforçando a integração da construção na paisagem envolvente. Grandes vãos enquadram vistas contínuas sobre o exterior, enquanto os terraços em lajedo prolongam os espaços interiores e convidam a uma vivência quotidiana em contacto directo com a natureza.
A linguagem arquitectónica estabelece um diálogo equilibrado entre tradição e modernidade. O revestimento em madeira crua e a cobertura metálica evocam a memória dos celeiros rurais, reinterpretados através de linhas depuradas e de um rigor construtivo contemporâneo. Um volume de ligação mais leve une os dois corpos principais, criando zonas de entrada protegidas e áreas de apoio que conferem unidade ao conjunto.
No interior, um núcleo central revestido a madeira organiza as áreas técnicas e de circulação, libertando as fachadas para a luz natural e para a relação com a paisagem. A atmosfera é marcada por uma selecção cuidada de peças de mobiliário de inspiração mid-century, texturas quentes e uma sensação de conforto sereno. O resultado é um refúgio intemporal, onde arquitectura e natureza coexistem num equilíbrio silencioso e profundamente enraizado no lugar.
Para mais informações visite o website EM Architecture.


