Attitude #84: Encanto

  • Numa edição dedicada a Novembro e Dezembro, foi nossa intenção despedirmo-nos de 2018 trazendo para as nossas páginas abordagens criativas que nos remetessem para universos particularmente idílicos, impregnados de ‘Encanto’.
    Com efeito, acabaríamos por ir ao encontro de projectos que nos seduziram, em especial, pelo seu ADN diferenciador: a combinação de talento com uma capacidade, mais ou menos evidentes, de nos transportar a imaginários de sonho e fantasia.
    Opções que se fizeram desprovidas de critérios estandardizados ou mesmo racionais; e que acabariam por nos levar, designadamente, aos ambientes cénicos e inventivos do espanhol Lázaro Rosa-Violán (página 58); à arquitectura harmoniosa que se funde com paisagens desconcertantes, assinada pelo mexicano Diego Villaseñor (página 50); e ao exercício de reflexão que a obra inquietante de Anish Kapoor (página 64), nos convida a fazer, desde logo naquela que é a primeira exposição individual em Portugal do artista indiano, radicado em Londres.
    Outras linguagens e “fórmulas” de encanto foram atraindo a nossa atenção ao longo da preparação deste número. Não raras vezes sugeridas por curiosos objectos, pequenos detalhes, composições invulgares, misturas aparentemente impossíveis, embora capazes de gerar deslumbramento, locais que nos conquistaram por uma qualquer aura especial (difícil de transpor para a objectividade de palavras), entre tantos outros conteúdos que, de alguma forma, nos surpreenderam.
    Que é como quem diz, nos encantaram.
  • Numa edição dedicada a Novembro e Dezembro, foi nossa intenção despedirmo-nos de 2018 trazendo para as nossas páginas abordagens criativas que nos remetessem para universos particularmente idílicos, impregnados de ‘Encanto’.
    Com efeito, acabaríamos por ir ao encontro de projectos que nos seduziram, em especial, pelo seu ADN diferenciador: a combinação de talento com uma capacidade, mais ou menos evidentes, de nos transportar a imaginários de sonho e fantasia.
    Opções que se fizeram desprovidas de critérios estandardizados ou mesmo racionais; e que acabariam por nos levar, designadamente, aos ambientes cénicos e inventivos do espanhol Lázaro Rosa-Violán (página 58); à arquitectura harmoniosa que se funde com paisagens desconcertantes, assinada pelo mexicano Diego Villaseñor (página 50); e ao exercício de reflexão que a obra inquietante de Anish Kapoor (página 64), nos convida a fazer, desde logo naquela que é a primeira exposição individual em Portugal do artista indiano, radicado em Londres.
    Outras linguagens e “fórmulas” de encanto foram atraindo a nossa atenção ao longo da preparação deste número. Não raras vezes sugeridas por curiosos objectos, pequenos detalhes, composições invulgares, misturas aparentemente impossíveis, embora capazes de gerar deslumbramento, locais que nos conquistaram por uma qualquer aura especial (difícil de transpor para a objectividade de palavras), entre tantos outros conteúdos que, de alguma forma, nos surpreenderam.
    Que é como quem diz, nos encantaram.
  • Numa edição dedicada a Novembro e Dezembro, foi nossa intenção despedirmo-nos de 2018 trazendo para as nossas páginas abordagens criativas que nos remetessem para universos particularmente idílicos, impregnados de ‘Encanto’.
    Com efeito, acabaríamos por ir ao encontro de projectos que nos seduziram, em especial, pelo seu ADN diferenciador: a combinação de talento com uma capacidade, mais ou menos evidentes, de nos transportar a imaginários de sonho e fantasia.
    Opções que se fizeram desprovidas de critérios estandardizados ou mesmo racionais; e que acabariam por nos levar, designadamente, aos ambientes cénicos e inventivos do espanhol Lázaro Rosa-Violán (página 58); à arquitectura harmoniosa que se funde com paisagens desconcertantes, assinada pelo mexicano Diego Villaseñor (página 50); e ao exercício de reflexão que a obra inquietante de Anish Kapoor (página 64), nos convida a fazer, desde logo naquela que é a primeira exposição individual em Portugal do artista indiano, radicado em Londres.
    Outras linguagens e “fórmulas” de encanto foram atraindo a nossa atenção ao longo da preparação deste número. Não raras vezes sugeridas por curiosos objectos, pequenos detalhes, composições invulgares, misturas aparentemente impossíveis, embora capazes de gerar deslumbramento, locais que nos conquistaram por uma qualquer aura especial (difícil de transpor para a objectividade de palavras), entre tantos outros conteúdos que, de alguma forma, nos surpreenderam.
    Que é como quem diz, nos encantaram.
  • Numa edição dedicada a Novembro e Dezembro, foi nossa intenção despedirmo-nos de 2018 trazendo para as nossas páginas abordagens criativas que nos remetessem para universos particularmente idílicos, impregnados de ‘Encanto’.
    Com efeito, acabaríamos por ir ao encontro de projectos que nos seduziram, em especial, pelo seu ADN diferenciador: a combinação de talento com uma capacidade, mais ou menos evidentes, de nos transportar a imaginários de sonho e fantasia.
    Opções que se fizeram desprovidas de critérios estandardizados ou mesmo racionais; e que acabariam por nos levar, designadamente, aos ambientes cénicos e inventivos do espanhol Lázaro Rosa-Violán (página 58); à arquitectura harmoniosa que se funde com paisagens desconcertantes, assinada pelo mexicano Diego Villaseñor (página 50); e ao exercício de reflexão que a obra inquietante de Anish Kapoor (página 64), nos convida a fazer, desde logo naquela que é a primeira exposição individual em Portugal do artista indiano, radicado em Londres.
    Outras linguagens e “fórmulas” de encanto foram atraindo a nossa atenção ao longo da preparação deste número. Não raras vezes sugeridas por curiosos objectos, pequenos detalhes, composições invulgares, misturas aparentemente impossíveis, embora capazes de gerar deslumbramento, locais que nos conquistaram por uma qualquer aura especial (difícil de transpor para a objectividade de palavras), entre tantos outros conteúdos que, de alguma forma, nos surpreenderam.
    Que é como quem diz, nos encantaram.
  • Numa edição dedicada a Novembro e Dezembro, foi nossa intenção despedirmo-nos de 2018 trazendo para as nossas páginas abordagens criativas que nos remetessem para universos particularmente idílicos, impregnados de ‘Encanto’.
    Com efeito, acabaríamos por ir ao encontro de projectos que nos seduziram, em especial, pelo seu ADN diferenciador: a combinação de talento com uma capacidade, mais ou menos evidentes, de nos transportar a imaginários de sonho e fantasia.
    Opções que se fizeram desprovidas de critérios estandardizados ou mesmo racionais; e que acabariam por nos levar, designadamente, aos ambientes cénicos e inventivos do espanhol Lázaro Rosa-Violán (página 58); à arquitectura harmoniosa que se funde com paisagens desconcertantes, assinada pelo mexicano Diego Villaseñor (página 50); e ao exercício de reflexão que a obra inquietante de Anish Kapoor (página 64), nos convida a fazer, desde logo naquela que é a primeira exposição individual em Portugal do artista indiano, radicado em Londres.
    Outras linguagens e “fórmulas” de encanto foram atraindo a nossa atenção ao longo da preparação deste número. Não raras vezes sugeridas por curiosos objectos, pequenos detalhes, composições invulgares, misturas aparentemente impossíveis, embora capazes de gerar deslumbramento, locais que nos conquistaram por uma qualquer aura especial (difícil de transpor para a objectividade de palavras), entre tantos outros conteúdos que, de alguma forma, nos surpreenderam.
    Que é como quem diz, nos encantaram.
  • Numa edição dedicada a Novembro e Dezembro, foi nossa intenção despedirmo-nos de 2018 trazendo para as nossas páginas abordagens criativas que nos remetessem para universos particularmente idílicos, impregnados de ‘Encanto’.
    Com efeito, acabaríamos por ir ao encontro de projectos que nos seduziram, em especial, pelo seu ADN diferenciador: a combinação de talento com uma capacidade, mais ou menos evidentes, de nos transportar a imaginários de sonho e fantasia.
    Opções que se fizeram desprovidas de critérios estandardizados ou mesmo racionais; e que acabariam por nos levar, designadamente, aos ambientes cénicos e inventivos do espanhol Lázaro Rosa-Violán (página 58); à arquitectura harmoniosa que se funde com paisagens desconcertantes, assinada pelo mexicano Diego Villaseñor (página 50); e ao exercício de reflexão que a obra inquietante de Anish Kapoor (página 64), nos convida a fazer, desde logo naquela que é a primeira exposição individual em Portugal do artista indiano, radicado em Londres.
    Outras linguagens e “fórmulas” de encanto foram atraindo a nossa atenção ao longo da preparação deste número. Não raras vezes sugeridas por curiosos objectos, pequenos detalhes, composições invulgares, misturas aparentemente impossíveis, embora capazes de gerar deslumbramento, locais que nos conquistaram por uma qualquer aura especial (difícil de transpor para a objectividade de palavras), entre tantos outros conteúdos que, de alguma forma, nos surpreenderam.
    Que é como quem diz, nos encantaram.
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